Como responder às necessidades do retalho?

​Na indústria da moda, a rapidez é o ingrediente secreto do sucesso. A capacidade para garantir disponibilidade imediata dos mais recentes estilos, nas lojas, fez da Zara e da H&M grandes vencedoras.

Hoje, o conceito fast-fashion serviu-se da necessária flexibilidade e na produção de ritmo rápito em curtos intervalos de tempo. Ao gerir uma empresa de moda e vestuário, a capacidade de resposta às necessidades do retalho é muito importante. Fundamentalmente, estar disposto a satisfazer o apetite do consumidor por novidades pode ser diferenciador, traduzindo-se numa vantagem competitiva em relação à concorrência.

Como pode oferecer mais coleções durante o ano?

Quebre os obstáculos internos

Muitas marcas e retalhistas têm uma organização interna que limita a comunicação eficaz entre departamentos. Além disso, têm processos que respeitam o calendário tradicional de moda, o que inibe significativamente a capacidade para competir. Ao quebrar esses muros assegura uma melhor comunicação entre as diferentes equipas quer sejam da área de informação, design, merchandising e produção.

A Zara tem sido eficaz na quebra de obstáculos ao centralizar as funções críticas de negócio na sua sede e incentivando uma cultura que suporta a comunicação. As equipas de vendas e marketing falam regularmente com os designers e lojas para entender as necessidades e preferências do consumidor. Esta estratégia ajuda a garantir uma responsabilidade coletiva em projetar, produzir e lançar coleções.

Assegure tempos de execução mais curtos

Tradicionalmente, muitos retalhistas têm operado em ciclos de 18 meses, o que dificulta a previsão de necessidades futuras. Cadeias de baixo preço como a ASOS e a Boohoo estão agora a desafiar os veteranos da fast-fashion, como a Zara, ao oferecerem novos estilos, desde o conceito ao produto, em apenas duas semanas. A Zara, por outro lado, esforça-se por garantir que as suas lojas têm as peças que os clientes procuram em momentos específicos.

Basicamente, prazos de entrega mais curtos são muito importantes na fast-fashion, e pode-se alcançar esse resultado através da criação de uma cadeia de fornecimento rápida e flexível end-to-end que permita alavancar inovações tecnológicas. Por exemplo, a Nike está a investir na automação e a redesenhar a sua logística para reduzir os prazos de entrega de 60 dias para 10 dias. Podem-se adotar estas estratégias de modo a otimizar processos e a cadeia de fornecimento.

Gerir cadeias de fornecimento ágeis

A melhor forma de criar cadeias de fornecimento ágeis é tendo mais controle sobre o processo de produção. O uso de ferramentas como robótica, 3D design, e automação pode ajudar a reduzir o tempo de resposta na cadeia de fornecimento. Consequentemente, poderá controlar a frequência e o timing do lançamento de novos produtos.

A Zara está a usar uma cadeia de fornecimento integrada verticalmente para desfrutar de um nível de autonomia que outras marcas não têm. Isso permite-lhes exportar novos produtos a cada 24 horas ao longo do ano, garantindo novos produtos na loja a cada 10 a 15 dias. Uma cadeia de fornecimento verticalmente integrada também elimina a necessidade de armazéns pois o stock é reabastecido com mais frequência.

Em resumo

Garantir a gestão adequada das finanças e operações é essencial para qualquer empresa de fast-fashion. A myPartner é parceiro certificado Microsoft para a implementação de soluções de software de gestão para o setor da moda. Saiba como pode ser mais produtivo, mais ágil na resposta às necessidades do retalho. Contate a myPartner para saber mais.